Minha Experiência na Fremont Street – Tirolesa

Que eu amo Las Vegas vocês já sabem, mas acho que não sabiam que também curto aventuras. Amo. Todas.

Sempre que vou a Las Vegas faço compras, jogo às vezes, vou a shows, saio às ruas para fotografar, mas na minha vigésima visita a Las Vegas, (sim, já estive lá 20 vezes!!!), decidi fazer algo diferente. Decidi me aventurar na tirolesa sobre a rua Fremont.

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Já escrevi aqui sobre a Cidade do Pecado em outro post, contei um pouco da história da cidade.

A Fremont é uma rua na parte antiga (centro da cidade), onde há shows de bandas (gratuitos), bares a céu aberto e também é onde tem o maior telão do mundo, fica no teto sobre a rua.

Adora voltando ao ziplining…

Talvez você esteja se perguntando se é seguro. Sim, posso garantir que eles estão muito preocupados com a segurança dos aventureiros. Todo mundo é pesado e mesmo que não tenha nenhum objeto, tem que levar a bolsa que será presa ao equipamento. Além do que, o equipamento é checado algumas vezes antes da ‘queda’.

Ah! Não pensem vocês que poderão se alcoolizar e se aventurar pendurados pelos cabos. Caso os funcionários decidam que a pessoa não tem condições para participar, eles podem barrá-la.

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Há dois tipos de tirolesa na Fremont Street:

Zipline: Foi o que eu fiz. Nesse, o equipamento de segurança de deixa sentado e o cabo é mais curto. Vai somente até o meio da rua e é mais baixo. Custa $20 dólares.

Zoomline: Nesse, o equipamento é preso nas suas costas e você literalmente voa sobre o pessoal lá embaixo. O cabo vai até o fim da rua e está acima do zipling. Custa $40 dólares.

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Deu um frio na barriga… haha… principalmente naqueles minutos anteriores ao voo. Só que uma coisa eu posso garantir…

É muito boooom!

Quem sabe em breve não contarei a vocês sobre a minha experiência no zoomlining. Quem sabe!

Leiam também sobre etiqueta de viagem. Minha sugestão é:

Etiqueta de Voo.

Mwah!!!

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Paris e os Cadeados. Adeus ao Amor!

Hoje é um dia que ficará na história de Paris e que deixará muitos casais apaixonados tristres.

Nesta segunda-feira deu-se início a retirada dos cadeados da Pont des Arts (sobre o Rio Sena) e para isso a ponte foi fechada. Devido os incidentes com os cadeados colocados na ponte, o governo de Paris achou que não seria possível mantê-los, pois o peso do metal ‘compromete a estrutura da ponte, além de prejudicar a estética’, disse o vice-prefeito de Paris, Bruno Julliard, em um comunicado.

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Após a retirada, serão colocados obras de arte moderna para cobrir o local e até o outono já devem ser instalados painéis de vidro.

Os cadeados eram colocados por casais apaixonados e reza a lenda que estes deveriam ter as iniciais, serem colocados na grade, trancados e a chave jogada no Rio Sena, assim seu amor ficaria protegido.

Em Paris, há cadeados em praticamente toda a cidade; em pontes, grades das janelas, portas, etc. Todos foram colocados por casais com o intuito proteger seu amor.

Entendo que o problema ficou crítico, mas na minha opinião, os cadeados do amor fazem parte da história de Paris e a Pont de Arts não será a mesma de hoje em diante.

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Fico triste por ver que o governo parisiense não encontrou outra solução e optou pela mais radical. Até porque eu mesma coloquei um cadeado com as iniciais minha e do meu marido e ele se encarregou de jogar a chave no Sena. Agora me pergunto: será que depois da retirada dos cadeados da ponte nossos amore continuam protegidos?

Compartilhe sua história.

Au Revoir!

 

Las Vegas – Sin City

Sou apaixonada por Las Vegas e por isso já visitei a cidade vinte vezes, sim eu disse 20. A Sin City (Cidade do Pecado), como é carinhosamente conhecida, tem diversão para todos os gostos e bolsos, 24 horas por dia, 7 dias da semana. Só que esse post não é para falar sobre as tantas coisas legais por lá, hoje vou contar um pouco da história.

Fundada em 15 de maio de 1905, Las Vegas era usada como parada para descanço dos comboios que iam da Califórnia ao Novo México (e vice-versa), por estar na metade do caminho. Só que a cidade fica no meio do deserto e para facilitar a vida das pessoas o governo do estado de Nevada decidiu enganar água de alguns poços da região, mas devido o aumento do número de pessoas indo e vindo, foi aprovada a construção de uma barragem.

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Com a construção da barragem Hoover Dam muitos homens foram à procura de trabalho, com isso surgiram os cassinos, casas de striptease, além de se tornar o lugar ideal para os mafiosos fazerem lavagem de dinheiro. Percebendo que os cassinos poderiam gerar um bom lucro, em 1931 o governo decidiu legalizá-los para ganhar com os impostos.

O primeiro hotel e os clubes foram construídos na Fremont Street, essa também foi a primeira rua a ser pavimentada e a receber o primeiro semáforo da cidade.

Leis de divórcio eram mais liberais, comparadas a outros estados, onde qualquer pessoa casada poderia dar entrada no processo de divórcio com apenas 6 semanas de residência. Por ter ficado conhecida como a cidade do divórcio, nos anos 90, foi criada a lei para os casamentos rápidos, sem a necessidade de exames de sangue (antes exigidos) ou longas esperas e daí surgiram as capelas para casamentos. The Little Church of the West foi inaugurada na Strip em 1942.

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Quando a Sin City foi fundada havia apenas 5165 habitantes, em 1970 chegou a 125 mil, nos anos 90 a 250 mil, mas em 2000 havia quase meio milhão de habitantes e só continua crescendo.

Não é à toa que a Sin City ficou conhecida como a cidade dos mega cassinos, da máfia e do glamour.

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What happens in Vegas, stays in Vegas! O que acontece em Vegas, fica em Vegas!

Até o próximo post! Mwah!

Hora da Mudança!

Fazendo umas mudanças no blog, decidi acrescentar a categoria A Vida nos EUA, onde vou falar um pouco da minha experiência morando nos na Terra do Rio Sam (desde 2010) e muitas outras coisas como leis americanas, as quais diferem muito das leis brasileiras.

Depois de namorar muitos anos, eu e meu marido decidimos casar e por isso que vim parar em Tucson/ Arizona, deserto dos EUA. Tinha visitado a cidade inúmeras vezes antes do casamento e até achava interessante, mas uma coisa posso garantir, é muito mais fácil ser turista em uma cidade como Tucson. Claro, se eu pudesse escolher estaria morando na Califórnia.

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O estado do Arizona é conhecido pelos cactos saguaros (aqueles com os bracinhos abertos), deserto, cowboys com suas pistolas na cintura, filmes de faroeste, ruas largas, carros enormes e também pelas cobras e lagartos, literalmente.

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O clima daqui é muito seco e com temperaturas altíssimas chegando a 50 graus Celsius no verão. Sofremos as consequências disso na pele e somos obrigados a adotar certos cuidados que antes não dávamos tanta importância, como usar sempre protetor solar, carregarmos uma garrafa de água conosco e regularmente fazermos uma visita a um bom dermatologista.

Porém, não há somente coisas ruins ou feias por aqui. A vegetação é diferente, um tanto exótica, lembra muito o cerrado brasileiro, o deserto também floresce e fica lindo. A primavera é única! E sem esquecer de falar do pôr do sol, um mais lindo que o outro.

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Em breve vou escrever sobre cada item citado acima, detalhadamente.

Ah! E prometo falar do estilo americano de se vestir. Como eu costumo dizer: moda é um assunto fora de moda por aqui.

Até o próximo post! Mwah!

A Tailândia Exótica

Há 10 anos fui à Tailândia. Para ser exata, isso foi em setembro de 2004.

O tempo passou, mas me lembro como se fosse hoje aquela loucura toda de Bangkok, capital tailandesa.

Fiquei 6 dias no país, mas 2 deles passei em Pataya (assunto para outro post), pois sempre quis conhecer as praias tailandesas. Claro que não é suficiente para ver tudo, principalmente por estar com o fuso horário bem bagunçado pelas tantas horas entre aviões e aeroportos.

 

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Trânsito: O trânsito é caótico, como na maioria das cidades asiáticas, mas Bangkok é onde eu definiria como crítico. Muitos carros, motos e pessoas; todos tentando circular ao mesmo tempo, quase que um sobre o outro, um caos.

Comida: Uhmmm… quem me conhece bem sabe que eu sempre procuro provar a culinária local onde quer que eu vá. Porém, sou uma pessoa com restrições a certos temperos e a comida local, sendo carregadíssima de alho, ficou um pouco difícil para mim. Além do alho, a comida leva muita pimenta e tantos outros temperos. Um exagero para o meu paladar.

Agora falando das coisas interessantes para fazer na capital tailandesa, segue umas opções que não devem ser deixadas de lado, uma vez que estiver por lá.

Grand Palácio Real – Residência da família real tailandesa e onde encontra-se o Buda de Esmelda. A construção do palácio durou exatos 100 anos (1782-1882).

Monte Dourado (Wat Saket) – Uma belísssima arquitetura sobre a montanha, na Bangkok antiga e com vista de 360 graus da cidade.

No entanto, uma visita a Bangkok não seria completa sem passar pelo menos por um dos templos. Com uma população quase toda budista, Bangkok tem em torno de 400 templos, mas 3 deles são parada obrigatória para qualquer turista.

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*Templo do Buda Dourado (Wat Traimit). Coberta por ouro 18K.

*Templo do Buda de Esmeralda (Wat Phra Kaew). O Buda de Esmeralda foi esculpido em pedra jade e leva esse nome por ter a cor verde.

*Templo do Buda Inclinado (Wat Pho). Essa é a maior e mais antiga estátua de buda na cidade.

Tuk-tuk – o tuk-tuk é, na minha opinião, uma das coisas mais exóticas do país. Um carro com apenas 3 rodas, usado como táxi e também como meio de transporte pelas pessoas locais. É claro que eu tive andar nele (e tirar foto). É possível driblar o trânsito com os tuk-tuks, por serem mais estreitos que um carro, cabem em qualquer espaço vazio. Ah! Levam esse nome por causa do barulho do motor.

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A maioria dos lugares fecha às 18:00, mas sugiro que consulte o horário do lugar que planeja visitar, pois alguns deles fecham os portões às 17:30.

Dica: Cuidado com os pedintes e com os ladrões, como em qualquer cidade turística (e pobre) toda atenção é necessária. Também sugiro que levem sombrinha e água, pois é muito quente e na maioria dos lugares há filas para a compra do ingresso, ou mesmo para visitá-los.

Até o próximo post! Mwah!